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Renda de bilro




Alguns pesquisadores defendem que a renda de bilro surgiu em Flandres, na Bélgica, no século XV, de onde se espalhou pela Europa, em especial para a Itália e França, até chegar a Portugal e arquipélago dos Açores, principais centro de produção. Ao virem para o Brasil, os portugueses trouxeram a atividade da renda para enfeitar trajes e alfaias da igreja, além de toalhas, cortinas, lençóis e peças do vestuário da nobreza.


Na Ilha de Santa Catarina, a renda de bilro surgiu por influência dos açorianos. Os primeiros imigrantes (473 pessoas) partiram do porto de Angra do Heroísmo, na Ilha Terceira, rumo ao Brasil, em 21 de outubro de 1747, chegando ao destino em 6 de janeiro de 1748. Para sobreviver naqueles tempos, os homens passavam longos períodos na atividade da pesca, com redes artesanais, enquanto as mulheres ocupavam o tempo livre tecendo fios em almofadas de bilro. As rendas produzidas eram vendidas no mercado da cidade ou trocadas por produtos de necessidade básica para reforçar o orçamento familiar, numa tradição cultural, passada de geração a geração, e que originou o ditado popular “onde há rede, há renda”.




Entre as rendas de bilro mais conhecidas, produzidas no município, estão a “Maria Morena” e a “Tramoia”, ou renda de sete pares, que é considerada um produto típico de Santa Catarina, produzida principalmente por artesãs do Ribeirão da Ilha, Santo Antônio de Lisboa e Lagoa da Conceição. Para preservar a atividade e promover a troca de conhecimento entre as rendeiras, a Fundação Franklin Cascaes mantém um núcleo de oficinas de renda no Centro Cultural Bento Silvério, mais conhecido como Casarão da Lagoa, na Lagoa da Conceição, desde a década de 1990.

Informações: (21) 2285-0441/089 ramais 204, 205 e 206, e no site www.cnfcp.gov.br; ou (48) 3324-1415 ramal 213, na Assessoria de Comunicação Social da FCFFC.

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